Problema resolvido
Unidades separadas precisam acessar recursos ou trocar dados dentro de uma arquitetura planejada.

Da rotina de uma loja à integração entre unidades, a solução começa pelo impacto que a rede tem no negócio e pelo risco que precisa ser controlado.
Aplicações, unidades, acesso remoto, continuidade e criticidade mudam o tipo de conexão indicada. Use os cards como mapa e aprofunde cada solução.
Para operações em que previsibilidade, IP permanente e criticidade precisam entrar no projeto.
Uma camada empresarial entre a conexão convencional e um projeto totalmente dedicado.
Interliga redes de matriz, filiais e unidades para comunicação entre pontos definidos.
Organiza múltiplos acessos e políticas de tráfego em operações distribuídas.
Reduz a dependência de um único acesso por meio de um desenho de contingência.
Para aplicações que precisam ser encontradas sempre no mesmo endereço de rede.
Acompanhamento e visibilidade da conexão conforme o serviço contratado, sem confundir conectividade com segurança da informação.
Uma solução para operações em que a conectividade precisa ser tratada como parte da infraestrutura do negócio, e não apenas como acesso à internet.

Disponibilidade necessária, previsibilidade, endereço IP, estabilidade, aplicações críticas e o impacto operacional de uma interrupção.
Quando ERP, nuvem, telefonia IP, videoconferência, VPN, servidores ou outras aplicações dependem continuamente da conectividade.
O Link Dedicado nasce de requisitos técnicos e condições formalizadas para uma operação específica. A proposta define o que será entregue após a viabilidade.
Uma alternativa para empresas que precisam elevar o nível da conectividade sem necessariamente adotar a mesma arquitetura de um Link Dedicado.
O Semi Dedicado atende uma necessidade intermediária: mais contexto empresarial do que uma conexão convencional, com desenho e condições diferentes de uma entrega totalmente dedicada.
Lojas, escritórios, equipes conectadas e operações que utilizam voz, vídeo, sistemas online e serviços em nuvem na rotina.
A escolha não depende apenas de velocidade. Criticidade, padrão de uso, orçamento e impacto de indisponibilidade orientam a análise.

Um caminho de transporte para que redes em locais diferentes possam trocar dados entre pontos definidos.
A solução interliga ambientes corporativos e cria um caminho para tráfego entre as redes envolvidas. Pode apoiar sistemas internos compartilhados, centralização de recursos e comunicação entre unidades, conforme a topologia aprovada.
Unidades separadas precisam acessar recursos ou trocar dados dentro de uma arquitetura planejada.
Pontos, interfaces, topologia e viabilidade são tratados no projeto.
Interligação entre pontos não é sinônimo de acesso geral à internet.
Uma camada de gestão para operações com múltiplas conexões, unidades e aplicações, organizada por políticas definidas para o projeto.
Para ter mais visibilidade sobre os caminhos de conectividade e aplicar regras de tráfego coerentes com a operação.
Quando o escopo permite, a gestão de mais de um acesso pode apoiar a reação a falhas. O resultado depende da arquitetura completa.
O valor está em gerenciar caminhos, aplicações e unidades. Links disponíveis, políticas, equipamentos e responsabilidades precisam estar descritos na proposta.
Redundância não é apenas contratar duas conexões. É reduzir dependências reais e saber como a operação responde quando o caminho principal falha.
Transparência: diversidade física, rotas independentes ou fornecedores diferentes só fazem parte da solução quando forem confirmados no projeto.
Avaliar a redundância da operaçãoDiferente de um endereço dinâmico, o IP fixo permanece estável e pode ser necessário quando uma aplicação precisa localizar a conexão sempre pelo mesmo endereço.
IP fixo não reduz latência por si só e também não substitui controles de segurança. Configuração, exposição de serviços e acesso devem ser tratados conforme a aplicação.
Falar sobre IP fixoAcompanhamento da conexão para dar contexto ao suporte e à operação, dentro do escopo efetivamente contratado.
Visibilidade ajuda a identificar comportamento, registrar eventos e direcionar o atendimento com mais contexto.
O que é acompanhado, os limites do serviço e o processo de suporte são definidos na proposta aplicável à solução.
Monitorar um link não significa oferecer SOC, firewall gerenciado ou proteção contra qualquer ameaça. Esses recursos só podem ser considerados quando constarem expressamente no escopo.
O serviço definido no projeto.
Eventos dentro do escopo acompanhado.
Contexto para análise e escalonamento.
Uma empresa pode precisar de mais de uma solução. A diferença está na função que cada camada cumpre.
| Solução | Necessidade principal | Cenário comum | Função |
|---|---|---|---|
| Link Dedicado | Conexão principal de operação crítica | Sistemas e aplicações continuamente conectados | Acesso projetado para requisitos empresariais definidos |
| Link Semi Dedicado | Elevar o nível da conectividade | Lojas, escritórios e uso corporativo recorrente | Camada intermediária entre acesso convencional e dedicado |
| LAN to LAN | Interligar unidades | Matriz, filial ou ambientes distintos | Transporte de dados entre pontos |
| SD-WAN | Gerenciar caminhos e unidades | Múltiplos links, filiais e aplicações | Políticas e visibilidade sobre a conectividade |
| Redundância | Reduzir dependência de um acesso | Operação que precisa de contingência | Arquitetura de continuidade |
| IP fixo | Manter endereço estável | VPN, câmeras, servidores e integrações | Referência permanente de endereçamento |
| Monitoramento | Acompanhar a conectividade | Serviço que exige visibilidade e suporte contextualizado | Observação e escalonamento conforme o escopo |
A proposta empresarial deixa claro o que será entregue, como a solução se encaixa na rede existente e quais validações dependem do endereço.
Aplicações, horários críticos, unidades e impacto de indisponibilidade entram na análise.
O endereço e os requisitos técnicos são verificados antes da definição da solução.
A proposta organiza conectividade, equipamentos, responsabilidades e implantação.
A contingência é avaliada como arquitetura, não apenas como um segundo plano.
O acompanhamento considera o serviço efetivamente contratado e seus pontos críticos.
O atendimento segue a natureza da solução e as condições formalizadas na proposta.
Os diferenciais aparecem na forma como a necessidade é lida, validada e transformada em um escopo compreensível.
A indicação parte das aplicações, unidades, criticidade e impacto operacional.
A solução só é definida depois de verificar o cenário aplicável a cada ponto.
Redundância, interligação e gestão de caminhos são tratadas como partes do desenho.
Responsabilidades, acompanhamento e condições são formalizados em proposta.
Dúvidas reais para entender as soluções e preparar a análise da operação.
O Link Dedicado é indicado quando a operação exige uma conexão desenhada em torno de requisitos específicos e condições formalizadas. O Semi Dedicado atende empresas que precisam de uma camada empresarial superior ao acesso convencional, com outra composição técnica e comercial. A definição depende da análise.
Quando a interrupção afeta vendas, atendimento, produção, telefonia ou acesso a sistemas. O desenho deve considerar acessos, equipamentos, energia e pontos únicos de falha para evitar uma contingência apenas aparente.
Não. LAN to LAN cria transporte entre pontos. SD-WAN gerencia caminhos, políticas e unidades. Dependendo da arquitetura, as duas soluções podem trabalhar juntas.
Não. O IP fixo mantém um endereço estável. Latência depende da rede, rota, aplicação e destino; segurança depende de controles próprios. O IP fixo pode viabilizar VPN, câmeras, servidores e acesso remoto, mas não substitui proteção.
Sim, quando a viabilidade permitir. Porém, ter dois acessos não garante redundância efetiva. A análise precisa verificar como eles entram na operação e quais dependências permanecem.
A Elevar analisa cenários de matriz, filiais e ambientes distribuídos. A solução depende das localidades, dos pontos, das aplicações e da viabilidade de cada endereço.
A equipe considera unidades, aplicações críticas, conexão atual, horários de maior impacto, necessidade de endereçamento, contingência e integração entre pontos. Depois valida a viabilidade e organiza o escopo.
O atendimento e o acompanhamento seguem a natureza da solução e as condições formalizadas. O que será monitorado, como ocorre o escalonamento e quais limites se aplicam devem constar na proposta.
Com alguns dados, a equipe identifica as perguntas técnicas certas e encaminha sua necessidade para o atendimento empresarial.